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    Classificação Internacional para a Segurança do Paciente da OMS – Caracterização Clínica

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    Classificação Internacional para a Segurança do Paciente da OMS – Caracterização Clínica

    Autor:

    Lucas Santos Zambon

    Doutorado pela Disciplina de Emergências Clínicas Faculdade de Medicina da USP; Médico e Especialista em Clínica Médica pelo HC-FMUSP; Diretor Científico do Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP); Membro da Academia Brasileira de Medicina Hospitalar (ABMH); Assessor da Diretoria Médica do Hospital Samaritano de São Paulo.

    Última revisão: 21/03/2010

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    Classificação Internacional para a Segurança do Paciente da OMS – Caracterização Clínica

    CARACTERIZAÇÃO CLÍNICA

    A grande função desta parte da Classificação Internacional para a Segurança do Paciente (CISP) é poder descrever o incidente em uma categoria específica, bem como descrever o que ele causou ao paciente, ou seja, é dar as características que dão o “diagnóstico” do incidente, bem como sua “repercussão clínica”. Sendo assim, aqui estão as duas categorias que são fundamentais quando pensamos no paciente, dentro da CISP.

    Incidentes, apenas recordando,são eventos ou circunstâncias que poderiam resultar, ou resultaram, em dano desnecessário ao paciente. Há 4 grupos de incidentes:

    Circunstância de Risco (): é uma situação em que houve potencial significativo de dano, mas não ocorreu um incidente;

    ü  Exemplo: a escala de enfermagem de uma UTI está defasada em um determinado plantão.

    “Quase – erro” (“”): incidente que não atinge o paciente;

    ü  Exemplo: uma enfermeira iria colocar uma bolsa de sangue em um paciente homônimo àquele que deveria receber esta bolsa, mas percebe antes de instalar.

    Incidente sem dano(): um evento que ocorreu a um paciente, mas não chegou a resultar em dano;

    ü  Exemplo: a enfermeira coloca uma bolsa de sangue em um paciente homônimo àquele que deveria receber esta bolsa, mas o sangue é compatível e o paciente não tem reação.

    Incidente com dano = EVENTO ADVERSO (): incidente que resulta em dano para um paciente (danos não intencionais decorrentes da assistência e não relacionadas à evolução natural da doença de base).

    ü  Exemplo: a enfermeira coloca uma bolsa de sangue em um paciente homônimo àquele que deveria receber esta bolsa, e o paciente desenvolve uma reação febril.

    Conhecendo os grupos de Incidentes, vamos aos itens da Caracterização Clínica da CISP, que são o Tipo de Incidente e os Desfechos do Paciente.

    Tipo de Incidente

    Incidentes de uma natureza comum agrupados por características semelhantes.

    Existem 13 tipos de incidente (Tabela 1), que por sua vez, se abrem em sub-grupos que ajudam à entender o que se caracteriza em cada um dos 13 grupos, bem como a detalhar mais a classificação do tipo de incidente, facilitando o agrupamento, a análise e a divulgação (veja o Apêndice sobre Tipos de Incidentes).

    Tabela 1 – Tipos de Incidente1

    Administração clínica

    2

    Processo clínico/ Procedimentos

    3

    Documentação

    4

    Infecção hospitalar

    5

    Medicação/ Fluídos endovenosos

    6

    Hemoderivados

    7

    Nutrição

    8

    Gases/ Oxigênio

    9

    Equipamento médico

    10

    Comportamento

    11

    Acidentes com o paciente

    12

    Estrutura

    13

    Gerenciamento de recursos/ Organizacional

    Desfechos do Paciente

    Conceitos que dizem respeito ao impacto sobre o paciente, que é inteiramente ou em parte atribuível a um incidente.

    Inclui-se aqui 3 características. As duas primeiras são descritivas, por exemplo, o tipo de dano foi um trauma craniano em uma queda do paciente, o impacto social e econômico pode ser medido em função da seqüela que ele teve e do tempo de reabilitação que precisará. Quanto ao Grau de Dano, este é variável e deve ser visto em função das informações da Tabela 2. Interessante ressaltar aqui que quando lembramos dos grupos de incidentes, as Circunstâncias de Risco, os “Quase-erros” e os Incidentes sem Dano sempre causam NENHUM dano, enquanto que os EVENTOS ADVERSOS devem ser detalhados entre leves, moderados, graves ou responsáveis por óbito.

    ü  Tipo de Dano

    ü  Impacto Social/Econômico

    ü  Grau de Dano

    Tabela 2 – Grau de DanoNENHUM

    Nenhum sintoma, ou nenhum sintoma detectado e não foi necessário nenhum tratamento.

    LEVE

    Sintomas leves, perda de função ou danos mínimos ou moderados, mas com duração rápida, e apenas intervenções mínimas sendo necessárias (ex.: observação extra, investigação, revisão de tratamento, tratamento leve).

    MODERADO

    Paciente sintomático, com necessidade de intervenção (ex.: procedimento terapêutico adicional, tratamento adicional), com aumento do tempo de internação, com dano ou perda de função permanente ou de longo prazo.

    GRAVE

    Paciente sintomático, necessidade de intervenção para suporte de vida, ou intervenção clínica/cirúrgica de grande porte, causando diminuição da expectativa de vida, com grande dano ou perda de função permanente ou de longo prazo.

    ÓBITO

    Dentro das probabilidades, em curto prazo o evento causou ou acelerou a morte.

    Tabela 3 – Grau de Dano conforme o grupo de IncidentesCircunstância de Risco

    Nenhum

    “Quase-Erro”

    स्रोत : www.medicinanet.com.br

    Classificação Internacional de Segurança do Paciente

    A OMS desenvolveu a Classificação Internacional de Segurança do Paciente, que contém percepções sobre problemas relacionados à segurança do paciente.

    Classificação Internacional de Segurança do Paciente

    10 de janeiro de 2022

    Posted by: Grupo IBES

    Category: Notícias Nenhum comentário

    O que é e para que serve a Classificação Internacional de Segurança do Paciente?

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu a Classificação Internacional de Segurança do Paciente – International Classification for Patient Safety (ICPS), que contém as percepções internacionais sobre os principais problemas relacionados à segurança do paciente.

    Ela foi elaborada com o objetivo de permitir a categorização de informações sobre segurança do paciente de forma padronizada, conforme as definições de conceitos, termos preferenciais e as relações entre eles.

    Isto facilita a comparação, medição, análise e interpretação de informações para melhorar os cuidados e qualificar a segurança nas Organizações de saúde.

    Leia também: 7 pilares da Classificação Internacional para a Segurança do Paciente

    A ICPS pode ser utilizada para:

    Comparar a segurança do paciente na instituição em relação a outras instituições (ao nível nacional e internacional);

    Prever resultados das próximas análises sobre segurança do paciente;

    Investigar os incidentes que ocorreram aos pacientes para identificação do problema;

    Examinar os papéis dos profissionais e pacientes na promoção da segurança do paciente;

    Determinar as aplicações e limitações das estratégias existentes no intuito de reduzir os riscos aos pacientes;

    Realizar pesquisas, identificando os problemas potenciais que inferem na segurança do paciente;

    Determinar as prioridades e desenvolver soluções seguras.

    Desta forma, elaboraram um sistema comum para ser utilizado como guia por qualquer pessoa no mundo que deseje se informar sobre a promoção de um cuidado seguro.

    E mais, não é limitado ao cuidado prestado só pela equipe de saúde, incluindo também o auto-cuidado, pois o paciente e seus cuidadores são uma importante barreira para se evitar os incidentes e eventos adversos

    Para reduzir os riscos e mitigar eventos adversos (EAs), a OMS priorizou 3 desafios globais:

    reduzir a infecção associada ao cuidado em saúde por meio da campanha de higienização das mãos;

    promover uma cirurgia mais segura, pela adoção de estratégias como o uso de listas de verificação antes, durante e após o ato cirúrgico.

    reduzir o nível de danos graves e evitáveis relacionados a medicamentos por meio de mecanismos de mitigação de risco como a dupla checagem e o uso dos “9 certos da administração de medicamentos”

    Essa iniciativa da OMS com a ICPS é um passo importante para que o tema segurança do paciente deixe de estar associado a uma Torre Babel de nomenclaturas e possa contribuir para maior consenso no âmbito das definições, dos conceitos e das terminologias utilizadas nessa área.

    Um novo conceito, cada vez mais frequente, é o de Comprehensive Care, que integra processos de atendimento ao paciente para identificar suas necessidades e ampliar a prevenção de danos.

    Por meio da coordenação de todos os cuidados de saúde exigidos ou solicitados para um paciente, seus riscos específicos são identificados e os profissionais de saúde fornecem estratégias direcionadas para preveni-los e gerenciá-los.

    Para saber mais detalhes sobre este assunto, conheça o nosso curso Comprehensive Care – Gerenciamento de Riscos Clínicos do Paciente – Identificação e manejo da deterioração aguda de pacientes.

    Fonte da imagem: Freepik

    Fonte: Fiocruz

    classificação internacional de segurança do paciente

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    स्रोत : www.ibes.med.br

    Classificação Internacional sobre Segurança do Doente

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    Classificação Internacional sobre Segurança do Doente

    Classificação Internacional sobre Segurança do Doente

    A Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recentemente no seu site a versão portuguesa da «Estrutura Concetual da Classificação Internacional sobre Segurança do Doente - Relatório Técnico», um documento elaborado pela Organização Mundial da Saúde.

    De acordo com a DGS, «este documento define, harmoniza e agrupa conceitos de segurança do doente e permite identificar e analisar factores relevantes em segurança do doente, de forma a permitir a aprendizagem e a melhoria dos sistemas. É a estrutura concetual que expressa o consenso de peritos internacionais sobre o entendimento actual acerca da segurança do doente e é uma das iniciativas-chave da World Alliance for Patient Safety».

    A Ordem dos Enfermeiros recomenda a leitura deste documento a todos os seus membros.

    Consulte o documento, clicando aqui.

    lneves

    स्रोत : www.ordemenfermeiros.pt

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    Mohammed 7 day ago
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